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Janice

Cresci ouvindo apelidos e piadinhas por ser ruiva. Não foi fácil, mas não fiquei com traumas. Guardei força, não mágoa.

 

Hoje, aos 57, olho no espelho com orgulho. Minha cor de cabelo nunca foi motivo de vergonha, foi sinal de coragem, autenticidade e beleza rara.

 

Meu cabelo já viu muitos ventos, já enfrentou julgamentos e atravessou décadas. E ele continua aqui, pois amo cada fiozinho deste ruivo maravilhoso.

Janice Paniz
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Caxias do Sul | RS | Brasil

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