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Ser ruiva, pra mim, é quase a mesma coisa que ser artista, é sobre liberdade. É entender que posso ser muitas em uma só. É como se cada tom de ruivo acompanhasse uma fase, uma escolha, um momento, e me desse força pra viver aquilo por inteiro. Também é sobre coragem. Sobre não ter medo de mudar, de experimentar, de me transformar e de me colocar no mundo do meu jeito. E acho que a beleza do ruivo está exatamente nisso: na possibilidade de ser muitas em uma só. De não caber em fórmulas.
No fim, ser ruiva virou uma das formas que encontrei de ocupar o mundo do meu jeito. De me expressar, de afirmar quem eu sou e, se quiser, quem eu posso ser amanhã também.
Luíza Rigotto
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